WANT TO BE RAPPY
sábado, 26 de março de 2011
Quero gritar
Pro mundo inteiro ouvir
Todos estão ocupados demais
Não querem escutar-me
A verdade dói
E ninguém esta disposto a ouvir...
Sinceramente nem eu estou
Talvez seja por isso que não busco
Mais respostas no meu eu
interior...
Vivo no automático
Não penso mais...
Talvez queira ser cega... Eu posso ver o brilho das folhas
Eu posso sentir o aroma das flores
Eu posso gritar ao mundo o quanto eu te amo
Mas você é o único que não escuta o meu apelo
Por que será que quem eu amo sempre será o último a ver e sentir o que realmente eu quero dizer quando falo EU TE AMO.
Por enquanto renego o
que deveria aceitar...
Não sei mais
De que pura essência sou
Ou se ainda sou o que
um dia fui!
Pro mundo inteiro ouvir
Todos estão ocupados demais
Não querem escutar-me
A verdade dói
E ninguém esta disposto a ouvir...
Sinceramente nem eu estou
Talvez seja por isso que não busco
Mais respostas no meu eu
interior...
Vivo no automático
Não penso mais...
Talvez queira ser cega... Eu posso ver o brilho das folhas
Eu posso sentir o aroma das flores
Eu posso gritar ao mundo o quanto eu te amo
Mas você é o único que não escuta o meu apelo
Por que será que quem eu amo sempre será o último a ver e sentir o que realmente eu quero dizer quando falo EU TE AMO.
Por enquanto renego o
que deveria aceitar...
Não sei mais
De que pura essência sou
Ou se ainda sou o que
um dia fui!
Mensagem
Tela de leitura
Eu Sou...
Sou música e dança.
Sou mulher, mãe e amiga.
Uns me invejam, outros me odeiam, alguns me querem bem, mas poucos me amam.
Odeio mentiras,
Pessoas falsas e pretensiosas
Mostro ser forte e durona, mas sou frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias, desejos e fantasias.
Na maioria das vezes, sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás, quem não tem?
Guardo minhas agendas, cartas, fotos...
. Aprendi a aceitar as pessoas como são.
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros...
Ouvir mais e falar menos, afinal, temos dois ouvidos para ouvir e uma boca para falar.
Aprendi que o futuro, só a Deus pertence.
Que preocupação e o stress traz cabelos brancos.
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Sempre!
Mesmo.
Tela de leitura
Eu Sou...
Sou música e dança.
Sou mulher, mãe e amiga.
Uns me invejam, outros me odeiam, alguns me querem bem, mas poucos me amam.
Odeio mentiras,
Pessoas falsas e pretensiosas
Mostro ser forte e durona, mas sou frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias, desejos e fantasias.
Na maioria das vezes, sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás, quem não tem?
Guardo minhas agendas, cartas, fotos...
. Aprendi a aceitar as pessoas como são.
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros...
Ouvir mais e falar menos, afinal, temos dois ouvidos para ouvir e uma boca para falar.
Aprendi que o futuro, só a Deus pertence.
Que preocupação e o stress traz cabelos brancos.
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Sempre!
Mesmo.
Mensagem
Tela de leitura
Eu Sou...
Sou música e dança.
Sou mulher, mãe e amiga.
Uns me invejam, outros me odeiam, alguns me querem bem, mas poucos me amam.
Odeio mentiras,
Pessoas falsas e pretensiosas
Mostro ser forte e durona, mas sou frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias, desejos e fantasias.
Na maioria das vezes, sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás, quem não tem?
Guardo minhas agendas, cartas, fotos...
. Aprendi a aceitar as pessoas como são.
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros...
Ouvir mais e falar menos, afinal, temos dois ouvidos para ouvir e uma boca para falar.
Aprendi que o futuro, só a Deus pertence.
Que preocupação e o stress traz cabelos brancos.
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Sempre!
Mesmo.
Tela de leitura
Eu Sou...
Sou música e dança.
Sou mulher, mãe e amiga.
Uns me invejam, outros me odeiam, alguns me querem bem, mas poucos me amam.
Odeio mentiras,
Pessoas falsas e pretensiosas
Mostro ser forte e durona, mas sou frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias, desejos e fantasias.
Na maioria das vezes, sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás, quem não tem?
Guardo minhas agendas, cartas, fotos...
. Aprendi a aceitar as pessoas como são.
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros...
Ouvir mais e falar menos, afinal, temos dois ouvidos para ouvir e uma boca para falar.
Aprendi que o futuro, só a Deus pertence.
Que preocupação e o stress traz cabelos brancos.
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Sempre!
Mesmo.
"...Sou a emoção do perigoso, desde que eu possa cobrir o risco. Sou sorriso tímido em algumas horas e gargalhada escancarada em outras. Sou o tesão de uma missão cumprida, com gostinho de quero-mais-ainda. Sou uma piadinha boba bem contada. Sou adorar o meu trabalho. Sou falar com Deus bem baixinho à noite, e ir à igreja quando dá vontade. Sou um sorriso aberto de quem estava com saudades de me ver. Sou muitas amizades e amigos.
Sou arroz soltinho, ovo com gema bem cozida, suco de laranja, vitamina de abacate, pizza de mussarela e danoninho. E na sobremesa, eu sou um bolo de morango cheio de chantily. Sou muito, mas muito chocolate, de todo jeito.
Sou a minha casa mais do que a rua, os móveis confortáveis e a cozinha enorme. Sou olhar o céu da varanda com noite de lua cheia e estrelas brilhando, em tempo ameno, ouvindo música. Sou o meu quarto. Sou a minha cama e dormir agarrada com o travesseiro. Sou a mesa e a cadeira do computador. Sou banho gelado em dia quente. Sou cremes, perfumes, batom rosa, presilhas, caixinhas encapadas e aspirina. Sou sapato alto, meia fina, lingerie de renda, calça jeans e blusas coloridas. Sou pouca maquiagem, coque no dia-a-dia e cabelo solto e arrumado aos fins de semana. Sou milhares de relicários, as gavetas cheias de fotos, cartas, lembranças das quais eu não consigo me desfazer. Sou lápis de cor, tinta, papel.
Sou uma idéia de organização que nunca se concretiza. Sou um NÃO gigante a grande parte das regras e um boom criativo e intuitivo na maior parte das vezes. Sou uma vida lotada de amigos, um sorriso simpático, compreensão acima de tudo, um abraço inesperado. Sou dizer e ouvir palavras que emocionam.
Sou um punhado de cartas, cartões e e-mails de amor, todos longos e intensos. Sou um amor mal resolvido, e mais outro. Sou a recusa de ficar ao lado de alguém só por ficar. Sou a opção de um romantismo e sem vergonha de ser assim. Sou uma folha em branco pra desenhar e escrever o que tiver vontade. Sou segurar as lágrimas nos olhos. Sou calar pra não magoar, sou de deixar a poeira ficar bem baixinha pra depois conversar. Sou gentilezas, carinhos e mimos. Sou dormir abraçada, um olhar arrebatador, uma palavra sussurrada no ouvido, um telefonema quente, uma brincadeira excitante, uma loucura, um beijo roubado. Sou muito, muito beijo, muito toque, muito abraço apertado, muito desejo, me entregar totalmente se me sentir segura e amada. Sou dengo até não poder mais. Sou insistir até onde aguentar.
Sou a saudade do colo da minha mãe, a saudade da risada do meu pai. Sou ficar tentando lembrar do que eu sonhei toda manhã. Sou a saudade dos meus amigos da adolescência, das escolas onde estudei e dos professores que tive. Sou a saudade de pessoas que eu amei muito e que se foram. Sou a vontade de voltar a ser uma menina quando canso de ser adulta, e sou o orgulho de ter vencido até aqui. Sou um eterno procurar o lado bom da situação, um eterno racionalizar.
Sou Chico Buarque, Renato Russo, novela das 8, dançar forró, desenho animado, chaves, filmes, novo cinema nacional, Internet com conexão rápida e milhares de e-mails, Fernando Pessoa, LFV, música de todos os jeitos.
Não sou de jeito nenhum (por mais que eu tente): suco de cajú, grosseria, esporte na TV, academia, beterraba, matemática, Bonde do Tigrão, noite de calor.
Sou assistir um filme debaixo da coberta num dia frio. Ligar o rádio bem alto enquanto arrumo a casa. Surpreender e ser surpreendida. Contar histórias pras crianças. Ouvir palavras doces e elogios sinceros. Comer manga lambuzando. Receber ligação no celular. Descobrir que eu estava certa. Ser desculpada quando piso na bola. Cheiro de neném..."
Sou arroz soltinho, ovo com gema bem cozida, suco de laranja, vitamina de abacate, pizza de mussarela e danoninho. E na sobremesa, eu sou um bolo de morango cheio de chantily. Sou muito, mas muito chocolate, de todo jeito.
Sou a minha casa mais do que a rua, os móveis confortáveis e a cozinha enorme. Sou olhar o céu da varanda com noite de lua cheia e estrelas brilhando, em tempo ameno, ouvindo música. Sou o meu quarto. Sou a minha cama e dormir agarrada com o travesseiro. Sou a mesa e a cadeira do computador. Sou banho gelado em dia quente. Sou cremes, perfumes, batom rosa, presilhas, caixinhas encapadas e aspirina. Sou sapato alto, meia fina, lingerie de renda, calça jeans e blusas coloridas. Sou pouca maquiagem, coque no dia-a-dia e cabelo solto e arrumado aos fins de semana. Sou milhares de relicários, as gavetas cheias de fotos, cartas, lembranças das quais eu não consigo me desfazer. Sou lápis de cor, tinta, papel.
Sou uma idéia de organização que nunca se concretiza. Sou um NÃO gigante a grande parte das regras e um boom criativo e intuitivo na maior parte das vezes. Sou uma vida lotada de amigos, um sorriso simpático, compreensão acima de tudo, um abraço inesperado. Sou dizer e ouvir palavras que emocionam.
Sou um punhado de cartas, cartões e e-mails de amor, todos longos e intensos. Sou um amor mal resolvido, e mais outro. Sou a recusa de ficar ao lado de alguém só por ficar. Sou a opção de um romantismo e sem vergonha de ser assim. Sou uma folha em branco pra desenhar e escrever o que tiver vontade. Sou segurar as lágrimas nos olhos. Sou calar pra não magoar, sou de deixar a poeira ficar bem baixinha pra depois conversar. Sou gentilezas, carinhos e mimos. Sou dormir abraçada, um olhar arrebatador, uma palavra sussurrada no ouvido, um telefonema quente, uma brincadeira excitante, uma loucura, um beijo roubado. Sou muito, muito beijo, muito toque, muito abraço apertado, muito desejo, me entregar totalmente se me sentir segura e amada. Sou dengo até não poder mais. Sou insistir até onde aguentar.
Sou a saudade do colo da minha mãe, a saudade da risada do meu pai. Sou ficar tentando lembrar do que eu sonhei toda manhã. Sou a saudade dos meus amigos da adolescência, das escolas onde estudei e dos professores que tive. Sou a saudade de pessoas que eu amei muito e que se foram. Sou a vontade de voltar a ser uma menina quando canso de ser adulta, e sou o orgulho de ter vencido até aqui. Sou um eterno procurar o lado bom da situação, um eterno racionalizar.
Sou Chico Buarque, Renato Russo, novela das 8, dançar forró, desenho animado, chaves, filmes, novo cinema nacional, Internet com conexão rápida e milhares de e-mails, Fernando Pessoa, LFV, música de todos os jeitos.
Não sou de jeito nenhum (por mais que eu tente): suco de cajú, grosseria, esporte na TV, academia, beterraba, matemática, Bonde do Tigrão, noite de calor.
Sou assistir um filme debaixo da coberta num dia frio. Ligar o rádio bem alto enquanto arrumo a casa. Surpreender e ser surpreendida. Contar histórias pras crianças. Ouvir palavras doces e elogios sinceros. Comer manga lambuzando. Receber ligação no celular. Descobrir que eu estava certa. Ser desculpada quando piso na bola. Cheiro de neném..."
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